Os Vírus Influenza são subdivididos em tipos A, B e C. Por um fenômeno de mutação chamado "drift", podem provocar surgimento de novas cepas virais, que justifica escapar da imunidade desenvolvida por infecção ou vacinação prévia.
História ( 4 grandes Pandemias ):
1918 ( "Gripe Espanhola" ): 50% população mundial infectada com 30 milhões de óbitos.
1957/58 ( "Gripe Asiática" ) : 1 milhão de óbitos no mundo, causada pelo vírus A H2N2
1967/68 ( "Gripe de Hong-Kong" ) : 1 milhão de óbitos no mundo, causada pelo vírus A H3N2
E em 11 de Junho de 2009 ( "Gripe Suína"), causada pelo vírus A H1N1 ( resultado da recombinação genética do vírus suíno, aviário e humano ). Depois da pandemia, o vírus influenza continuou a circular no mundo, com diferente intensidade em vários países e passou a ser considerado como mais um vírus de circulação sazonal ( no Brasil, outono e inverno ).
Transmissão: o vírus é altamente contagioso, transmitido de pessoa a pessoa por meio de gotícula ou contato direto com objetos contaminados recentemente por secreções nasofaríngeas. O paciente é mais infectante durante 24h antes dos sintomas até 3 dias do início dos sintomas, terminando geralmente no sétimo dia.
Período de incubação: varia de 1 a 4 dias.
Sintomas: muito variável ( desde a forma sem sintomas até a forma mais grave com sepse e disfunção de múltiplos órgãos )
Entretanto, a maioria apresenta: febre, tosse, coriza, congestão nasal, espirros, dor de cabeça, calafrios, dores no corpo, dor de garganta, cansaço e falta de apetite. Pode ocorrer também vômitos, dor abdominal e diarréia.
A infecção é mais grave em menores de 2 anos, gestantes, maiores de 65 anos, portadores de pneumopatias crônicas, cardiopatias, hepatopatas, doenças hematológicas e neurológicas, em imunodeprimidos, e obesos mórbidos.
A influenza predispõe a complicações como otites, sinusites e pneumonias.
As complicações neurológicas são raras, e incluem convulsões febris, encefalites, síndrome de Guillain-Barré.
Diagnóstico: pode ser feito por cultura viral, testes sorológicos, detecção de antígenos virais ( testes rápidos em secreção de orofaringe ) e por PCR.
Tratamento: pode ser feito por indicação médica através de agentes antivirais. No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda e distribui o Oseltamivir ( Tamiflu ). Deve ser prescrito preferencialmente nas primeiras 48 horas de sintomas.
Vacinas:
Todos com idade acima de 6 meses de vida devem tomar a vacina.
Contra-indicação: reação alérgica grave ao ovo ( anafilaxia )
Tipos:
Trivalente ( distribuídas na rede pública apenas para grupos de risco ): contém 2 tipos de vírus A ( H1N1 e H3N2 ), e 1 tipo de vírus B.
Tetravalente ou Quadrivalente ( comercializada na rede privada ): contém 2 tipos de vírus A ( H1N1 e H3N2 ), e 2 tipos do vírus B.
Toda criança menor de nove anos que receberá a vacina de Gripe pela primeira vez, deverá tomar 2 doses, com intervalo mínimo de 1 mês.
Fonte: Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria.
terça-feira, 19 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
Gripe H1N1
Fonte: drauziovarella.com.br
A gripe H1N1, ou influenza A, é provocada pelo vírus H1N1, um subtipo do influenzavírus do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente.
O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Experiências recentes indicam que esse vírus não é tão agressivo quanto se imaginava.
Segundo a OMS e o CDC (Center for Deseases Control), um centro de controle de enfermidades, nos Estados Unidos, não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada (71º Celsius).
Sintomas
Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.
Diagnóstico
Existem testes laboratoriais rápidos que revelam se a pessoa foi infectada por algum vírus da gripe. No caso do H1N1, como se trata de uma cepa nova, o resultado pode demorar mais tempo. No entanto, nos Estados Unidos, já foram desenvolvidos “kits” para diagnóstico, que aceleram o processo de identificação do H1N1.
Vacina
A vacina contra a influenza tipo A é feita com o vírus (H1N1) da doença inativo e fracionado. Os efeitos colaterais são insignificantes se comparados com os benefícios que pode trazer na prevenção de uma doença sujeita a complicações graves.
Existem duas vacinas que protegem contra a infecção pelo H1N1: a trivalente, que imuniza contra dois vírus da influenza A e contra uma cepa do vírus da influenza B, e a vacina tetravalente (ou quadrivalente) que, além desses vírus imuniza contra uma segunda cepa do vírus da influeza B, menos frequente no Brasil e que só deve ser usada a partir dos três anos de idade.
Os dois tipos de vacina são eficazes, mas levam de duas a três semanas para fazer efeito. Embora não ofereçam 100% de proteção, estão perto disso.
Idosos acima de 60 anos, gestantes, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (hipertensão, diabetes, asma, bronquite, insuficiência renal, obesidade grau 3, por exemplo), imunossuprimidos e transplantados, crianças entre seis meses e cinco anos, profissionais da saúde, população indígena, presidiários constituem o grupo prioritário para vacinação.
A vacina é contraindicada para as pessoas com alergia grave a ovo, pois pode conter ovoalbumina, uma proteína do ovo responsável por reações alérgicas. Isso acontece porque existe uma etapa, durante o processo de produção da vacina, que os vírus crescem em ovos de galinha.
Tratamento
É de extrema importância evitar a automedicação. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes aos medicamentos. Os princípios ativos fosfato de oseltamivir e zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza) e já utilizados no tratamento da gripe aviária, têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.
Recomendações
Para proteger-se contra a infecção ou evitar a transmissão do vírus, o Center Deseases Control (CDC) recomenda:
* Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;
* Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;
* Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;
* Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
* Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
* Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;
* Procurar assistência médica, se o doente pertence a um grupo de risco e se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus H1N1 da influenza tipo A. Nos outros casos, permanecer em repouso e tomar bastante líquido para garantir a boa hidratação.
sábado, 26 de março de 2016
Qual a melhor panela para sua saúde? - Camila Gomes Victorino
Quando cozinhamos nem sempre pensamos na procedência do alimento: se é transgênico, se é orgânico, se passou por um sistema social de produção justa, enfim. Toda esta reflexão é importante e devemos sempre tentar fazer um exercício mental para que na hora de comprar os alimentos, nos lembremos de escolher os mais éticos e aqueles que fazem mais bem à saúde. Além disso, no entanto, existe um tipo de reflexão que passa totalmente despercebida: a panela!
É na panela que colocamos os alimentos e os cozinhamos, fazendo com que passem por altas temperaturas; essas altas temperaturas fazem com que as substâncias que compõem a panela também interajam com o alimento, as quais podem tanto ser benéficas, como maléficas.
É assim que em alguns países as panelas de alumínio são proibidas, pois o alumínio, ao se soltar no alimento, poderia levar ao mal de Alzheimer e outros problemas de saúde. É fato que não se sabe ainda o real motivo que encabeça esta patologia, mas estudos mostram que pode existir uma ligação entre o metal e a doença, além das muitas outras doenças ligadas a este, como o câncer de mama (veja artigo sobre desodorante e alumínio no blog).
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| As panelas de alumínio soltam o metal nos alimentos e por isso não são indicadas. Fonte Longidade |
Elas são mais caras e muitas vezes, parece impossível conseguir comprar panelas deste tipo, mas eu imagino que às vezes compense mais ter apenas duas panelas que não liberem substâncias tóxicas em nosso alimento, e que, às vezes, até liberam nutrientes, do que possuir um conjunto completo de panelas de alumínio, muito bonitas, muito práticas, porém nocivas a nossa saúde, tendo ligação com o Mal de Alzheimer (Mil & Benga, 2006; Tomijenovic, 2011).
Abaixo seguem os principais tipos de panela e seus benefícios ou malefícios. Vale lembrar que materiais de alumínio sempre podem aumentar o risco de doenças futuras e, portanto, é aconselhável ir trocando aos poucos os talheres e outras louças, por alternativas, como vidro, porcelana, bambu, inox.
PANELAS A EVITAR
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| Evite as panelas de alumínio. Fonte: SaudeAlternativa |
Panela de alumínio
As panelas de alumínio são as mais comuns no Brasil e as mais baratas. Todos nós, querendo ou não, já comemos alimentos preparados nestas panelas, porém apesar de serem comuns e de uso geral, as panelas de alumínio liberam o metal nos alimentos. É interessante notar que nem toda panela de alumínio é igual: dependendo da qualidade da liga utilizada na panela, mais alumínio pode ser liberado na comida, sendo assim desconfie de panelas e utensílios muito baratos. Além disso, o tipo de alimento cozinhado influencia na liberação da substância: café e tomate, por exemplo, facilitam a liberação. Por fim, vale lembrar que não são somente as panelas que liberam o químico; latinhas de refrigerante e sucos contêm grande quantidade da substância, podendo levar a problemas de saúde.
Dica para quem ainda usa: se você ainda não tem condições de trocar suas panelas de alumínio, evite colocar o sal na panela no início do cozimento, pois o contato do sal com o metal, faz liberar ainda mais alumínio.
Dica para quem ainda usa: se você ainda não tem condições de trocar suas panelas de alumínio, evite colocar o sal na panela no início do cozimento, pois o contato do sal com o metal, faz liberar ainda mais alumínio.
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| Panelas de cobre podem causar intoxicação. Fonte: CrisaDonadeCasa |
Panela de cobre
As panelas de cobre eram muito usadas no passado, porém, atualmente, não são recomendadas, pois dependendo do tipo de alimento elas podem soltar cobre e o excesso de sua ingestão pode causar intoxicação, levando a náuseas, dores abdominais e problemas gastrointestinais, além de poder levar a problemas no fígado e rins à longo prazo. Evidentemente que a panela de cobre não é venenosa, mas o principal problema está no cozimento de alimentos ácidos, como tomate, vinagre, limão, entre outros.Em geral, estas panelas são vendidas com revestimento de alumínio, o que evita a contaminação por cobre, mas aumenta a proporção de alumínio no alimento. Melhor evitar.
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| Panelas antiaderentes soltam produtos tóxicos no alimento. Evite-as. Fonte: FolhadoPará |
Panelas antiaderentes
As panelas anti-aderentes contêm plásticos em sua composição, os quais são o ácido perfluorooctanóico (PFOA) e o polietrafluoretileno (PTFE). Eles são compostos tóxicos e que se soltam facilmente da panela, principalmente quando ela está velha ou se submetidas a altas temperaturas. Deve-se lembrar que panelas riscadas deste tipo já estão liberando as substâncias e ambas foram consideradas danosas à saúde. O melhor é evitá-las, até porque sua produção é poluente.
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| Aposte nas panelas de aço inox para repor ferro nos alimentos, mas atenção para a qualidade. Fonte: Meuclub |
Panela de aço inox
Assim como as panelas de alumínio e cobre, as panelas de aço inox também podem soltar metais no alimento, dentre eles o ferro. De fato, o problema não é o ferro em si, que até pode beneficiar o tratamento da anemia, mas muitas dessas panelas utilizam níquel em sua composição e este é liberado na comida. O melhor é evitá-las, principalmente aquelas com preços muito acessíveis, pois podem conter mais níquel na composição da liga.
PANELAS IDEAIS
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| Panelas de ferro liberam o mineral nos alimentos e podem beneficiar caso de anemia. Fonte: TudoParaCozinha |
Panela de ferro
As panelas de ferro também não são inertes, porém, como liberam ferro e o ferro é um elemento muito importante para a manutenção da saúde, seu uso é até benéfico no cozimento de alimentos, porém deve-se tomar muito cuidado na limpeza deste tipo de panela, pois ela pode enferrujar. O ideal é secá-las ao fogo, para evitar restos de umidade e passar uma camada de óleo nelas para que evitem a ferrugem. Por fim, algumas destas panelas possuem uma camada de esmalte para proteção. Neste caso, deve-se tomar cuidado com as mais baratas, pois esmaltes baratos levam chumbo, podendo causar intoxicação.
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| As panelas de cerâmica não soltam substâncias no alimento, mas atenção para a qualidade da tinta da pintura. Fonte: Uol |
Panelas de cerâmica
Estas panelas são muito indicadas, pois não liberam substâncias nos alimentos. Entretanto, deve-se comprar panelas de boa procedência, pois a tinta usada na pintura pode conter cádmio ou chumbo, os quais podem causar envenenamento. Certifique-se de que o material da panela é atóxico antes de comprar e lembre-se que o barato pode sair caro.
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| As panelas de barro têm a mesma vantagem da panela de cerâmica, mas não possuem a tinta protetora. Fonte: Belém |
Panela de barro
A panela de barro é ainda mais aconselhada do que a de cerâmica, pois não é pintada, porém deve-se atentar para o fato de que a panela de barro não é ideal para o cozimento de pratos secos, pois a panela ajuda a retirar a umidade do alimento.
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| Nem tão comuns, mas inertes. Deve-se tomar o cuidado com a limpeza. Fonte: Bernoulli |
Panela de pedra sabão
Assim como a panela de barro e cerâmica, ela é ideal para o cozimento de sopas e pratos com bastante caldo, mas atenção para a limpeza, pois ela é porosa e pode gerar a proliferação de microrganismos.
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| De todas as panelas, a mais aconselhada é a de vidro, pois é inerte e fácil de limpar. O único porém é o preço. Fonte: Catral |
Panela de vidro
A panela de vidro é a meu ver a mais ideal, pois é completamente inerte e, portanto não libera nenhum tipo de substância estranha no alimento, por fim, é muito fácil de limpar. O único porém é que ela é rara no mercado brasileiro, sendo muito cara e costuma ser pesada e demorar para esquentar.
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| As panelas mais saudáveis são as mais caras, porém pensando à longo prazo, vale a pena comprar um produto de longa duração e inerte. Fonte: SoniaHirsch |
Qual panela escolher?
Nenhuma panela é ideal, pois algumas são seguras, mas caras e raras e outras são baratas, mas danosas. O melhor é considerar o longo prazo e pensar nas panelas não como um utensílio menos importante na cozinha, mas como um eletrodoméstico, que é caro, mas necessário. Lembre-se que todo o seu alimento será preparado nelas e que nenhuma alimentação orgânica garantirá sua saúde se a panela utilizada liberar toxinas, principalmente quando é o caso das anti-aderentes. Entretanto, enquanto o dinheiro não vem, uma possibilidade é aderir a uma dieta mais balanceada e com menos alimentos cozidos em sua composição, a qual é bastante benéfica para a saúde. Já ouviu falar no crudivorismo? Saiba mais sobre esta dieta vegana no post: É possível viver de comida crua?
Referências
Miu, A. C.; Benga, O. Aluminium and Alzheimer's disease: a new look. Journal of Alzheimer's Disease, v.10(2-3), p.179-201, 2009;
Tornljelovic, L. Aluminium and Alzheimer's disease: after a century of controversy, is there a plausible link? Journal of Alzheimer's Disease, v.23(4), p.567-98, 2011;
quinta-feira, 17 de março de 2016
Higiene do Sono para Crianças
Recomendações para pais e cuidadores:
Estabelecer o horário ( limites ) para ir para cama e para acordar pela manhã desde os primeiros meses de idade, inclusive nos dias que não tem aulas. Não permitir mais que uma hora de diferença entre um dia e outro.
Estabelecer rotinas agradáveis e calmas (ritual do sono) em relação á hora de dormir. Criar um breve período (10-20 minutos) de intercambio afetivo antes de ir para cama. Escovar es dentes, vestir pijama, conversar, ler histórias. Evitar atividades físicas vigorosas e brincadeiras agitadas. Evitar televisão e o uso de equipamentos eletrônicos.
Colocar a criança acordada na cama, sonolenta mais acordada, desde os primeiros meses ( segundo ao terceiro mês ). A criança deve iniciar o sono na mesma cama que vai dormir a noite toda.
Não criar associações para o inicio do sono: a criança não deve adormecer mamando, sendo embalada ou assistindo televisão. Uma vez colocada na cama. despedir-se com naturalidade. Para as crianças maiores, em torno de um ano de idade, se necessário, pode-se deixar um objeto como uma boneca ou ursinho para permitir um vínculo para dormir novamente se a criança acordar de noite.
Se for necessário atender a criança de noite, evitar acender a luz ou retirar a criança da cama. Não levar a criança para a cama dos pais com o objetivo de fazê-la voltar a dormir
Não se recomenda alimentar (amamentar) ou dar água para a criança, durante a noite, após o terceiro e sexto mês de idade. Não deixe a criança ir para a cama com fome, se necessário ofereça apenas um lanche leve, antes de ir dormir. Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá, chocolate ou refrigerantes após as 17:00 horas.
Quarto de dormir com pouca luminosidade, ambiente calmo, sem ruídos, temperatura agradável.
Estimular atividades ao ar livre durante o dia.
Fazer supervisão da saúde (puericultura) regularmente.
Livro Puericultura - José Hugo de Lins Pessoa
sexta-feira, 11 de março de 2016
Como faço meu filho pequeno parar de bater em mim?
Meu filhinho nem tem 2 anos e vive batendo em mim. O que fazer? Isso é normal? Vai passar?
Seu filho tem o direito de usar o corpo para expressar o que está sentindo. Mas isso não quer dizer que ele possa machucar os outros. Mesmo que você seja uma mãe calma, ou um pai bonzinho, que normalmente deixa outros tipos de mau comportamento passarem em branco, bater em você tem de se absolutamente proibido.
Isso não quer dizer que você deva bater de volta. Essa atitude só ensinaria a ele que a agressão é algo aceitável, e faria do ato de bater uma referência para a vida dele. Em vez disso, segure as mãos dele e diga que você sabe que ele está bravo, mas que não se bate nas pessoas, porque machuca. Se você perceber que ele vai bater em você, segure-o antes e diga "não" com firmeza.
Alguns especialistas sugerem que os pais deixem o filho extravasar a raiva batendo em alguma coisa que não machuque, como uma almofada. Mas é preciso tomar cuidado, porque a criança pode achar que bater numa pessoa, assim como ela faz com a almofada, é uma alternativa válida.
Quando seu filho for agressivo, faça com que ele perceba que não é a raiva dele que você desaprova, mas sim o jeito como ele a demonstra, com violência. Não diga para ele não ficar bravo, ou para não mostrar que está nervoso. Diga que sabe que ele está zangado, mas mostre que é melhor ele falar, usar as palavras, para explicar o que o deixou tão irritado. E ajude-o a tentar resolver a situação.
Fonte: Babycenter
Seu filho tem o direito de usar o corpo para expressar o que está sentindo. Mas isso não quer dizer que ele possa machucar os outros. Mesmo que você seja uma mãe calma, ou um pai bonzinho, que normalmente deixa outros tipos de mau comportamento passarem em branco, bater em você tem de se absolutamente proibido.
Isso não quer dizer que você deva bater de volta. Essa atitude só ensinaria a ele que a agressão é algo aceitável, e faria do ato de bater uma referência para a vida dele. Em vez disso, segure as mãos dele e diga que você sabe que ele está bravo, mas que não se bate nas pessoas, porque machuca. Se você perceber que ele vai bater em você, segure-o antes e diga "não" com firmeza.
Alguns especialistas sugerem que os pais deixem o filho extravasar a raiva batendo em alguma coisa que não machuque, como uma almofada. Mas é preciso tomar cuidado, porque a criança pode achar que bater numa pessoa, assim como ela faz com a almofada, é uma alternativa válida.
Quando seu filho for agressivo, faça com que ele perceba que não é a raiva dele que você desaprova, mas sim o jeito como ele a demonstra, com violência. Não diga para ele não ficar bravo, ou para não mostrar que está nervoso. Diga que sabe que ele está zangado, mas mostre que é melhor ele falar, usar as palavras, para explicar o que o deixou tão irritado. E ajude-o a tentar resolver a situação.
Fonte: Babycenter
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